O Palmeiras decidiu que irá viajar ao Paraguai na próxima segunda-feira, 14, para vacinar o seu elenco com a primeira dose da vacina contra a Covid-19. A ideia da diretoria palmeirense é utilizar o benefício oferecido pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), que recebeu a doação de 50 mil doses da Coronavac após acordo com o laboratório chinês Sinovac. À reportagem do Grupo Jovem Pan, a assessoria do Verdão afirmou que “para se combater uma pandemia, ciência, disciplina e coordenação são fundamentais”. Veja a nota completa abaixo.

Desde o começo de maio, a entidade máxima do futebol sul-americano passou a imunizar as equipes que participam das competições continentais, como a Copa Libertadores da América e a Copa Sul-Americana. O primeiro time a se vacina foi o Atlético-GO. Depois, o Atlético-MG também utilizou o benefício. A Conmebol também ofereceu as doses para as delegações que vão disputar a Copa América, marcada para começar no Brasil no próximo domingo, 13, após uma série de reviravoltas. Apesar disso, nem todas as equipes nacionais se vacinaram.

De “ressaca” após a eliminação na Copa do Brasil diante do CRB, a ideia do Verdão é viajar ao Paraguai em voo fretado na segunda-feira (14), vacinar o seu plantel e voltar ao Brasil para encarar o Juventude, na quarta-feira, 16, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Antes disso, no sábado, 12, o Alviverde recebe o rival Corinthians, no Allianz Parque. No calendário do Governo de São Paulo, a vacinação para pessoas de 55 a 59 anos será liberada no dia 16 de junho, seguindo para as demais idades em ordem decrescente nas semanas seguintes.

Confira a nota do Palmeiras na íntegra:

“Desde o início da pandemia o Palmeiras se colocou na condição de seguidor das orientações das autoridades da saúde. Acreditamos que para se combater uma pandemia, ciência, disciplina e coordenação são fundamentais.

Agora estamos diante de uma situação excepcional, que extrapola fronteiras e não se enquadra no contexto nacional. Entendemos que nessas circunstâncias, a decisão sobre como proceder cabe ao cidadão. A instituição está viabilizando que seu colaborador tenha todas as condições de tomar sua decisão.

Ademais, avaliamos tal atitude como positiva para o combate à pandemia, ao mesmo tempo que não fere os princípios e normas do Plano Nacional de Imunização.”