O Banco Inter, de Rubens Menin, e o BMG, presidido por Marco Antonio Antunes, fecharam, na noite desta terça-feira, 17, um acordo de joint-venture para impulsionar suas maquininhas. O meio de pagamentos, até então chamado BMG Granito, pois tinha 75% do capital da BMG, agora será chamada apenas de Granito. A decisão ocorre três meses depois de o Banco BMG ter aumentado sua participação na empresa. Agora, pela nova composição, o BMG e o Inter passam a ter 45% cada um, enquanto os sócios fundadores, Rodrigo Luiz Teixeira e Roberto Masotti, terão os 10% restantes.

A novidade traz algumas mudanças. Enquanto Teixeira e Masotti permanecem como CEO e COO, respectivamente, os bancos ficam responsáveis pela direção financeira. Porém, o canal de vendas Granito continuará a executar a estratégia de vendas presencial através de consultores com a exclusividade do domicílio bancário para o BMG. “Seguiremos ampliando nossa estratégia de negócios atual com expansão via consultores. Além da nossa atuação presencial, também daremos sequência ao modelo ‘figital’ (físico + digital) com abertura de contas, produtos bancários via banco digital BMG e novas soluções. Com a entrada do Inter, abrimos uma nova avenida de crescimento num meio puramente digital com os clientes e com a forma de atuação digital do Inter”, conta Rodrigo Luiz Teixeira, CEO da Granito.

Fundada em 2015, a Granito é a primeira adquirente com tecnologia própria de ponta a ponta do mercado. Sempre voltada para o desenvolvimento de produtos customizados aos clientes, a empresa, atualmente, trabalha em mais de 100 cidades com equipe própria, com cerca de 45 filiais regionais, e conta com mais de 27 mil clientes e 27 milhões de compras aprovadas.