Estão muito avançadas as negociações para que Mubadala, o fundo soberano de Abu Dhabi, passe a tocar o GP do Brasil de Fórmula 1 em São Paulo no ano que vem.

Com o martelo batido, o fundo árabe poderá explorar a marca da competição no país, entre outros direitos. O negócio, porém, tende a gerar marolas na política nacional.

A investida é um balde de água fria nos planos de Jair Bolsonaro. Em guerra permanente com João Doria, o presidente sonhava em levar o GP do Brasil para o Rio de Janeiro, seu domicilio eleitoral.