A BRF, um dos maiores frigoríficos do país, informou que não continuará mais a segurar os preços de seus produtos e vai começar a repassar a alta dos insumos de sua produção aos consumidores. O milho e a soja tiveram aumento significativo durante a pandemia de Covid-19, influenciados por uma demanda maior da China e também pela desvalorização do real frente ao dólar. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 10, pelo presidente da BRF, Lorival Luz.

Mais do que o aumento da BRF, a decisão pode ser entendida como um gatilho para todo o mercado. Frigoríficos menores, que fornecem para a BRF ou com operação independente, pode aproveitar o afrouxamento das margens da gigante para também elevarem seus preços. É um mau sinal para a inflação.

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